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Informativo nº 13

 
  ENERGIA GEOTÉRMICA PODE SEER SOLUÇÃO
CURSOS ASBRAV 2007   CHIPS PODERÃO SER MAIS RÁPIDOS
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NOTÍCIAS


Energia geotérmica pode ser solução

 Pesquisa pioneira feita pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo) revela que o Brasil esconde no subsolo um potencial energético estimado em 3 mil megawatts. No entanto, o país utiliza apenas 150 megawatts desta energia, a maioria em balneários para o lazer.

Em países com atividade vulcânica (ou que tinha no passado geológico recente), o potencial geotérmico é incomparável. Como o Brasil não possui tal atividade - infeliz somente neste ponto -, a energia geotérmica ainda é baixa. A geotermia é o calor que permaneceu desde a formação da Terra, há 4,6 bilhões de anos. A este calor, soma-se a energia liberada por átomos radioativos que se desintegram.

O processo de captação é feito através de perfurações feitas no solo que chegam a até 2 mil metros. São águas provenientes de chuvas que se infiltram no solo e, ao serem aquecidas, tendem a retornar à superfície. Em regiões vulcânicas ou de rochas com boa condutividade térmica, a temperatura dessas águas chega aos 300ºC, sob pressões elevadas.

As regiões mais promissoras são Fernando de Noronha e Trindade, vulcões adormecidos há 1,8 milhão de anos. Nestas ilhas, a temperatura da água chega a 150ºC.

O primeiro poço perfurado no país foi em Presidente Prudente, com 1.400 metros de profundidade. Ele produz 100 mil litros por hora a 63º C. O segundo poço tem profundidade de 1.900 metros e produz cerca de 250 mil litros/hora a 68º C.

Com os problemas advindos das atuais formais de captação de energia, a geotermia torna-se promissora. Relativamente barata e inesgotável, ela é considerada uma fonte limpa de energia. Cabe agora aguardar iniciativas privadas ou governamentais.

 

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Chips poderão ser mais rápidos

 Pesquisadores da IBM desenvolveram uma nova maneira para resfriamento de chips. Com a inovação, as pesquisas para evolução e melhoramento dos processadores podem seguir sem intempéries.

Trata-se de uma pasta condutiva, que liga os chips aos seus componentes de resfriamento. A tecnologia baseia-se nas veias humanas e raízes das árvores e pode chega a tirar quase duas vezes mais calor dos chips em funcionamento.

Este avanço permitirá que engenheiros desenvolvam chips mais poderosos e continuem a tendência descrita na Lei de Moore de diminuir os transistores em tamanhos cada vez menores, disse Bruno Michel, diretor do grupo de pesquisa térmica avançada no laboratório de Zurique da IBM.

As novas tecnologias de resfriamento são extremamente valorizadas. Existem servidores que chegam a gastar mais em sistemas de ventilação que nos próprios chips.

Estudos realizados também pela IBM buscam formas futuras de resfriamento baseadas numa técnica de espirrar água através de um cabo de 50 mil pequenos bocais de água circulante. Mas a pesquisa ainda está apenas no papel.

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